A renovação da pesquisa de origem-destino

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O transporte é um dos setores mais importantes no planejamento urbano e um registro adequado de seu fluxo diário torna-se essencial para determinar políticas futuras que ajudem a melhorar a maneira como as pessoas se movimentam na cidade. Os relatórios estatísticos são as ferramentas mais utilizadas pelos planejadores urbanos para definir os objetivos futuros do setor. O entendimento dos fluxos de origem e destino das viagens, bem como o modo como os usuários selecionam rotas, é necessário para planejar extensões ou mudanças em uma rede rodoviária ou de transporte público, para avaliar a viabilidade de um novo investimento e  saber como o sistema de transporte existente está servindo à população e às empresas em uma área específica, conforme destaca o Banco Mundial em um artigo sobre esse assunto.
A pesquisa de origem-destino, dessa forma, é uma investigação utilizada para obter dados para a elaboração dessa análise com base em uma amostra de domicílios e de usuários  de transporte público e privado, e de transporte de carga, visando a obter uma imagem do número de viagens realizadas diariamente. Essa pesquisa é muito usada em todo o mundo para analisar como melhorar os meios de transporte de uma determinada área geográfica, conforme destaca o Banco Mundial: “(…) o levantamento de origem-destino é essencialmente uma matriz de viagens entre diferentes zonas de uma determinada região. Tradicionalmente, obter essa informação no contexto de uma área urbana tem sido um processo difícil, caro e demorado. Muitas vezes falamos de milhões de dólares para pesquisas de milhares de famílias se deslocando, complementadas por extensas análises de dados socioeconômicos.”
O processo de desenvolvimento de uma pesquisa de origem-destino é longo: pode levar até um ano e cada um de seus estágios exige habilidades técnicas muito específicas e muito controle de qualidade. São necessários projeto de pesquisa, projeto de amostra, treinamento dos observadores, garantia de precisão (sem dados falsos, sem inserção incorreta de dados) e as etapas subsequentes de análise exigem capacidade técnica significativa para implementá-la, bem como um nível quase igual de habilidade técnica para supervisionar o trabalho.
Com relação aos desafios para gerar ferramentas como a pesquisa de origem-destino para avaliar a situação atual de uma rede de transporte e supervisionar seu desempenho adequado, um artigo científico publicado no ScienceDirect.com aponta que a observação manual usando planilhas impressas é uma prática frequente no setor. Esse método de coleta de dados apresenta os seguintes problemas: despesas para a decodificação do que foi preenchido à mão nas planilhas; despesas para inserir as informações no banco de dados; problemas com observadores que registram informações de modo impreciso, etc.
Diante de fatores tão complexos, as informações básicas necessárias para testar mudanças possíveis e tomar decisões sobre investimentos em transportes são muito raramente coletadas – na melhor das hipóteses, não mais que uma vez a cada dez anos – e até mesmo os resultados das pesquisas existentes têm suspeitas de falhas. Dessa forma, é necessário propor e utilizar métodos inovadores para coletar informações em campo e transformá-las em relatórios estatísticos nas pesquisas de origem-destino. Essas novas maneiras de coletar dados podem revolucionar a análise do sistema de transporte com o uso de softwares em tecnologias móveis, definindo uma nova tendência comparando-se aos métodos obsoletos usados atualmente.
Desse modo, ferramentas móveis para a pesquisa de origem-destino, tais como as oferecidas pelo DataScope, têm se mostrado muito úteis para melhorar a produtividade em diferentes campos, economizando tempo e dinheiro, e evitando vários problemas causados pelo preenchimento manual de relatórios em papel.
O artigo científico mencionado destaca ainda que os resultados obtidos após a implementação de uma solução de software como alternativa ao preenchimento manual de formulários nas pesquisas de origem-destino. As principais vantagens oferecidas pelo software foram as seguintes:
– O gerente de projetos pode controlar o tempo de início e término do trabalho do observador.
– O gerente de projetos pode controlar a localização dos observadores.
– Os dados são enviados instantaneamente e ficam imediatamente disponíveis para análise.
– Os dados podem ser analisados no contexto de diferentes intervalos de tempo.
Com todas essas vantagens, fica evidente que as empresas que realizam pesquisa de origem-destino só têm a ganhar em custo-benefício, precisão e eficiência ao adotar softwares para a coleta de dados em campo.
 
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